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Bom dia, boa tarde, boa noite!

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Hoje vamos começar uma série de posts específicos sobre o GTD – Getting Things Done – uma das metodologias que eu uso para poder lidar com as minhas tarefas e que eu tenho certeza, pode ajudar a você a ser mais produtivo e com isso encontrar o equilíbrio.

Vamos passar pelas cinco fases, os projetos, os três tipos de trabalho, os horizontes de foco e os aplicativos que eu uso no meu setup pessoal.

Em cada post, vou usar a seguinte configuração: breve explicação, dinâmica, motivos que esclarecem o como fazer e por fim as melhores práticas.

A característica mais marcante do GTD é o seu pragmatismo. Se você acompanhar só as cinco fases já irá conseguir perceber uma enorme diferença no seu radar de compromissos (compromissos aqui entenda por tarefas, responsabilidades, expectativas geradas, etc). Eu atribuo esse pragmatismo à abordagem do GTD que é Botton-Top, ou seja, antes de falar em valores mais profundos do seu ser, ele te ajuda a tirar os ruídos do ambiente que te rodeia focando primeiro nas tarefas que estão te impedindo de avançar. Sim, aquelas tarefas ou compromissos que você deveria dedicar o gasto de energia quando efetivamente fosse lidar com eles. Tenho plena convicção que você, não sendo um faixa preta do GTD (depois explico o motivo do faixa preta) já experimentou a seguinte sensação em alguns desses cenários:

Cenário 1: Durante a execução de uma tarefa do trabalho, não tira da sua cabeça que precisa cuidar daquele parafuso que precisa ser apertado no armário da sua casa (pode ser um parafuso, uma lâmpada queimada a ser trocada, uma torneira a ser ajustada para parar de pingar, etc);

Cenário 2: No conforto do seu lar, depois de cuidar das coisas de rotina, cansado e refestelado no sofá, assistindo o terceiro episódio seguido da sua serie favorita no Netflix não para de pensar naquele problema do trabalho e pra falar a verdade até pensou e imaginou umas duas ou três soluções para ele, só que está tão cansado que não vai levantar para pegar papel e caneta para anotar essas ideias e adivinhe, quando chega no dia seguinte, você simplesmente não consegue resgatar as ideias que pensou na noite anterior.

Eu poderia listar mais um monte de cenários aqui, mas acredito que você sacou o que quero te mostrar. Sem uma metodologia que ajude a ficar tranquilo, em um estado de fluxo (esse do estado de fluxo vai render um post também), você não estará presente por inteiro para as coisas que precisa dar atenção naquele instante, naquela hora da verdade. É como se o seu cérebro estivesse dessincronizado com as necessidades de atenção, tirando você daquilo que deveria estar focando.

A proposta do GTD é essa, te ajudar a estar inteiro a cada momento da sua vida, a cada hora da verdade que você vivencia, assim como a água, que ao receber uma pedra, reage na adequada medida do tamanho da pedra e da força que é jogada, não espalhando nem mais, nem menos água e rapidamente voltando ao estado normal e tranquilo de antes. Aliás, acabei de descrever um dos conceitos que o David prega: mente clara como a água.

Fique atento aos próximos posts e espero que essas iscas te ajudem a ficar mais focado e consequentemente mais relaxado.

Um abraço focado!

Fernando Sobrinho

Não fique aí quietinho, se quiser dar um pitaco, esse espaço aqui é seu!

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