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Fala Focada! Fala Focado!

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Essa semana vamos falar de uma outra técnica para te ajudar a fazer acontecer.

A técnica dessa semana foi pesquisada junto a uma equipe de trabalho comum. Foram acompanhados alguns trabalhadores e chegou-se a constatação de que os mais produtivos eram os que conseguiam cumprir suas tarefas acima da média da equipe, todavia eram os que faziam também paradas estratégicas.

Na verdade o que se descobriu é que o cérebro, para render de forma eficaz, precisa de paradas para descanso, igual aos nossos músculos. Só assim conseguimos nos manter afiados para realizar com qualidade e produtividade as tarefas.

Com a ajuda de software que media o tempo das atividades dessa equipe, descobriu-se que os mais produtivos ficam em média 52 minutos focados em uma atividade e em média 17 minutos descansando, fazendo coisas que não são necessariamente produtivas como socializar, fazer alongamentos, caminhadas.

Um dos benefícios é que se descobriu também que os empregados que socializam, são mais felizes e mais aptos a realizar mais coisas dentro de uma organização.

Vamos então para o desenvolvimento da técnica, e sim você vai sentir uma semelhança com a Técnica Pomodoro que eu já descrevi aqui no blog:

a) Trabalhe 52 minutos 100% focado. Não deixe ninguém te interromper e nem nada te distrair. (Dica: ponha uma plaquinha da sua mesa informando que está em modo turbo ligado rsrsrs);
b) Descanse por 17 minutos, mas sem fazer nada, sem olhar os e-mails, sem acessar as mensagens no celular. Apenas dê uma caminhada, bata um papo com os colegas de trabalho ou alongue-se.

Como também é ridiculamente simples, com apenas um cronômetro ou algum aplicativo que você baixa para o seu desktop é suficiente para programar os tempos de intensa atividade e os de descanso.

Os 17 minutos (a cada 52 trabalhados) parecem muito tempo dentro de uma jornada de trabalho de 8 horas? Bem, não serão se o nível de entrega agregar em quantidade, mas principalmente qualidade. Uma coisa é fato, na era do conhecimento, a quantidade de horas de trabalho não necessariamente é uma medida para medir o quanto produzimos. Se o trabalho é físico, não há dúvidas sobre isso, mas o trabalho intelectual não tem a mesma facilidade para ser medido dessa forma. Oito horas ininterruptas de trabalho não garantem uma entrega de qualidade final, pois com efeito, depois de algumas horas o desgaste mental prejudica muito a capacidade de concentração.

Esse tipo de técnica pode beneficiar não só as pessoas que trabalham com atividades que exigem concentração , mas estudantes também podem se organizar para que seus ciclos de estudo sejam realizados dessa forma.

Um Abraço Focado,

Fernando Sobrinho

Não fique aí quietinho, se quiser dar um pitaco, esse espaço aqui é seu!

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