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Hoje vamos começar uma série de artigos voltados para te ajudar a resolver aqueles abacaxis grandes e cheios de espinhos.

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Percebo que atualmente todo mundo chegou em um nível que o Luciano Pires do Portal Café Brasil afirma se chamar o “Padrão de Utilidade”, que é aquele padrão em que o serviço, produto, que você pagou, chegou para você não cumprindo metade das promessas de quando você decidiu escolher esse produto ou serviço. E pior, alguns produtos ou serviços baratinhos surgem e “dão para o gasto”.

O trecho abaixo eu tirei do livro do Luciano Diário de Um LíderDiário de Um Líder em que ele faz reflexões sobre o papel da liderança dando deliciosos exemplos de “causos” pessoais sobre cada uma das reflexões:

“Existem dezenas de explicações, a maioria ligada à incompetência administrativa, à liderança. Mas notei que mudamos de padrão. Hoje não é mais o “padrão de qualidade”, ou o “padrão de conforto”, ou o “padrão de alcance” que importa. Nem mesmo o “padrão preço”. Agora é o “padrão de utilidade”. Dá pro gasto? Então eu compro.
_ Ah, este DVD pirate tem uns borrõezinhos na imagem, este aparelhinho de MP3 tem um chiadinho, este tênis tem o solado meio fraco, esta camisa vai acabar na terceira lavada. Mas é tão baratinho…
_ Ah, voei de madrugada, fui maltratado pelos atendentes, o check in foi um tumulto, serviram uma barrinha de cereal com suco, e minha mala sumiu. Mas paguei tão baratinho….”

Ele ainda faz uma reflexão importante sobre valor segundo Philip Kotler:

“Philip Kotler, um dos papas do marketing uma vez definiu valor como o resultado do balanço entre os custos e benefícios que o produto ou serviço nos traz. Na equação de Kotler, atributos como imagem, serviços, garantia, inconveniência zero, e atendimento são fundamentais para estabelecer o valor das coisas. Junte as questões de não agressão ao meio ambiente, de responsabilidade social e de sustentabilidade, que estão na moda. tudo isso tem um peso no momento em que definimos o valor. Mas, quando escolhemos o “padrão de utilidade”, esses atributos caem por terra. Imagem, serviço agregado, custo psicológico…. esqueça. Importa que tenha o básico, o mínimo possível. Assim fica baratinho.
_ O quê? Pagar mais caro por um produto só por essa conversa de que “não agride o meio ambiente”? Enlouqueceu?!
Pois é. Nesse cenário, valor e preço são a mesma coisa. Então, resignados, aceitamos o que dá para o gasto. O que é meia-boca. O que é quebra-galho. Nós nos conformamos em ser tratados como gado. Involuímos.”

É… Você também percebeu que isso está acontecendo por aí? Você consegue listar umas duas ou três coisas que se parecem com isso que está acontecendo no seu trabalho? Na sua empresa? Respondeu sim para alguma das perguntas aí? Essa série de posts vai encaixar como uma luva.

Não dando spoiler, mas dando um gostinho do que está por vir veja como vai ser essa série para te ajudar a sair do “Padrão de Utilidade” e assim elevar o nível do produto ou serviço que você oferece. Cara, impostos elevados, custos de mão de obra, matéria prima indexada no dólar, combustível subindo….. Eu sei que a bronca não é simples, mas sabe de uma coisa? Tem jeito!

A série de Método de Análise e Solução de Problemas será compostos dos seguintes tópicos

Introdução (que é este post)

Temos um problema?

Diagnosticar o problema

5 porquês
Quantificação dos problemas
Ishikawa

Priorizar os problemas

Pareto
Matriz GUT

Criar soluções para os problemas

Brainstorming
Seleção das soluções

Aplicação das soluções

5 w 2 h

Reavaliação da situação e novas tomadas de decisão

Espero que você goste dessa série e melhor, que ela realmente possa te ajudar a mudar o cenário das coisas que você anda percebendo por aí.

Um abraço focado

Nando Sobrinho

 

Não fique aí quietinho, se quiser dar um pitaco, esse espaço aqui é seu!

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